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O senador pré-candidato a presidente da república

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O  Senador líder do PSDB que fez a guerra contra a prorrogação da CPMF, já tive oportunidade de cumprimentar no Piantella, foi uma conversa rápida e cordial. Surpreende-me seus pronunciamentos na tribuna, deu uma entrevista na Revista  Veja, edição 2043 de 16 de janeiro de 2008, e repete expressões agredindo o governo e a pessoa do Presidente da República.

Coincidentemente disse nos meus artigos que a luta da oposição para não prorrogar a CPMF tinha o propósito de prejudicar o governo e se fortalecer nas eleições de dois mil e oito para voltar ao poder em dois mil e dez.

As agressões ao governo e ao Presidente da República estão nos anais do Senado, não citarei algumas porque faz vergonha. Considero falta de respeito à democracia e ao povo, costumo dizer, atenção é reciprocidade, para ser respeitado tem que saber respeitar. Já fui desrespeitado por um adversário em duas eleições, o povo me deu a vitória.

Na entrevista o Senador anunciou sua pré-candidatura à Presidência da República, certamente para se credenciar, o que não aconteceu como candidato a Governador do seu Estado, ou talvez pensando no retorno do ex-presidente, tornando mais difícil o consenso do seu partido. Acredito que quando o Governador de Minas visitar os Estados e mostrar o seu governo será o candidato do partido para disputar a eleição com o candidato do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O comportamento da oposição no Brasil nunca foi coerente com a realidade, o da oposição atual é inexplicável, mesmo com a experiência de dez anos como governo. Tenho admiração pelos economistas, os políticos deveriam assumir uma posição com mais responsabilidade ouvindo os mesmos, se espelhando também nos países de primeiro mundo e tomando consciência de que no País foi feito muito, mas tudo pela metade.

A crise da economia dos Estados Unidos logo será superada pela capacidade do americano, do governo e do seu Congresso. Fico satisfeito quando vejo os analistas econômicos, mostrando a posição que o governo Lula colocou a economia nacional, corrigindo os salários como há muito tempo não víamos, substituiu os pacotes econômicos por programas, como o PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, que amenizará as distorções da condição de vida do povo, gerará emprego para diminuir a parcela da população que está sobrevivendo do Bolsa Família. Os programas sociais estão mudando a mentalidade das crianças e da juventude.

O Presidente Lula, ao contrário do comportamento da oposição, em dois mil e seis, ano eleitoral, não abriu mão do equilíbrio fiscal, valorizou o trabalho de seus ministros da área econômica. As medidas do governo mostram o sentimento do Presidente por um Brasil de todos. Costumo lembrar que o Presidente Lula herdou muito da inteligência de Jesus Cristo e agora me faz ver a coincidência, Jesus veio à Terra para fazer um mundo melhor para todos e o Presidente Lula foi colocado no governo para dar uma condição de vida melhor para os brasileiros.

A oposição não deveria perder o equilíbrio, enquanto os ministros da área econômica buscam caminhos para substituir a falta que a CPMF está fazendo, a oposição busca todas as formas para dificultar a economia do País, recorrendo até ao judiciário, desvalorizando o próprio Congresso Nacional.

A reforma tributária é necessária, o governo não pode ao mesmo tempo reduzir a carga tributária e tirar da situação que encontrou a taxa de desemprego, as rodovias, os aeroportos, a falta de saneamento básico, o apagão, a saúde e a educação, e depois de cinco anos do governo Lula o quadro do que estou citando já é outro, os números e as pesquisas estão aí.

Se houvesse patriotismo e sentimento social, o povo e o País estariam à frente dos interesses eleitoreiros e a oposição trabalhando pelas reformas política, previdenciária, tributária, trabalhista, participação do trabalhador na administração das empresas e no lucro por justiça social, dificultaria a manipulação de balanço nas grandes empresas.

Necessário rever a má distribuição de renda nos municípios. O Município de Ipiaú tem cinqüenta mil habitantes, o orçamento mensal é de dois milhões de reais, atendendo à lei, vinte e cinco por cento são destinados à educação e quinze por cento à saúde, equivalente a quinhentos mil reais para a educação e trezentos mil reais para a saúde.

O Município de São Francisco do Conde tem vinte e oito mil habitantes, o orçamento mensal é de dezoito milhões de reais, sendo quatro milhões e quinhentos mil reais para educação e dois milhões e setecentos mil reais para saúde. Gostaria que os dois municípios fossem auditados, fazendo um parâmetro de como os recursos estão sendo aplicados.

São muitos os municípios com situação igual à de Ipiaú, inclusive Salvador, setenta municípios estão concentrando a renda nacional. O povo sendo informado do comportamento da oposição, o Presidente Lula vai fazer seu sucessor.

 

 

 

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