No Jornal A Tarde, terça-feira, 08 de dezembro está uma reportagem que deixa a população apreensiva: “756 ex-prefeitos acusados de improbidade, desvios de verba dos fundos para educação e saúde, notas frias, uso de empresas fantasmas, licitações fraudulentas, notas superfaturadas e acrescenta que prefeitos em exercício não entram na lista porque têm foro privilegiado”.
O atual prefeito de Ipiaú não está administrando o município seguindo a Legislação vigente, já fiz denúncias ao Tribunal de Contas dos Municípios e o povo ficou satisfeito ao tomar conhecimento que o Tribunal está fiscalizando a prefeitura in loco.
Ouvi prefeito reclamar falta de recursos nos municípios, eu disse que não tinha a mesma preocupação, não fui eleito para ser tesoureiro, minha preocupação era conseguir projetos dos governos estadual e federal para desenvolvimento, moradia e infra-estrutura.
Estou certo que o Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia com seu projeto SIGA – Sistema Integrado e Gestão e Auditoria por meio eletrônico, vai exigir cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal com total transparência, o que fará diminuir o desperdício e a corrupção. A população pode ajudar acompanhando a administração do município exigindo transparência no gasto público com acesso amplo a documentação.
O dinheiro dos municípios é mal administrado porque existem prefeitos e secretários desonestos e os honestos têm dificuldade de formar equipe e não têm apoio do Legislativo.Para implantar a corrupção zero de
O que me traz tristeza é que se o dinheiro dos municípios fosse bem aplicado o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva não teria encontrado trinta por cento da população brasileira passando fome, em Ipiaú eram cinqüenta por cento.
Encontrei a Prefeitura em 2001 devendo o equivalente a dois orçamentos do município, educação sem nenhuma qualidade, Secretaria de Saúde sucateada, o Hospital Geral de Ipiaú sem condições de atendimento, o diretor foi demitido a bem do serviço público.Precisamos apoiar os Tribunais de Contas, os mesmos podem dificultar os meios usados na corrupção, mas é essencial a fiscalização das obras e serviços in loco, maior estrutura física e de pessoal. Este assunto merece discussão a nível nacional.









