No artigo da semana passada informei que a receita do município de Ipiaú de janeiro a julho de 2008 foi de R$ 17.388.366,14 e em 2009, no mesmo período, R$ 18.618.527,44. Os aguerridos parlamentares da oposição no Congresso, ao usarem a Tribuna, deveriam ter em mãos a situação dos municípios em seus Estados, com receitas e despesas fixas. Reafirmo: Não se administra sem números.
Em 2001 assumi o município com uma receita de R$ 10.851.057,24 e entreguei em 2008 com R$ 34.138.367,94, o que representa um acréscimo de duzentos e vinte por cento, fruto do governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva; administrei o aumento da receita com corrupção zero. A inflação nesse período foi de cento e oito por cento. O povo precisa ouvir o Presidente Lula e acompanhar a administração dos municípios exigindo transparência e acesso à documentação.
Em 2001, a maioria dos vereadores não aceitava implantar a moralidade administrativa, a resposta veio em 2004, dos quinze só foram reeleitos dois, coincidentemente os que apoiaram a moralidade administrativa que implantamos. Eleito vereador em 2008, a nossa coligação fez maioria e me elegeu presidente da Câmara, os votos foram livres, mas no momento somos minoria. Um vereador do PP – Partido Progressista e um do PT – Partido dos Trabalhadores passaram a apoiar os desmandos do governo municipal, já o então líder do governo reagiu com os desmandos e deixou a liderança.
Para que a sociedade trabalhadora e empresarial e profissionais liberais possam fazer uma avaliação do discurso de muitos políticos, apresento demonstrativo da receita do município de Ipiaú: Dois mil e um – R$ 10.851.057,24; Dois mil e dois – R$ 13.218.436,96; Dois mil e três – R$ 14.067.332,42; Dois mil e quatro – R$ 16.997.192,69; Dois mil e cinco – R$ 18.923.406,85; Dois mil e seis – R$ 22.305.349,01; Dois mil e sete – R$ 28.342.061,91; Dois mil e oito – R$ 34.138.367,94.
Há um desmando total na atual administração do município de Ipiaú. Confio no TCM – Tribunal de Contas dos Municípios, como também no Ministério Público para que o município não continue retrocedendo, ao contrário do Brasil que está avançando.









