A cada dia aumenta o número de veículos e cresce absurdamente a imprudência dos motoristas nas cidades e rodovias. Não cometo imprudência, mas cometo erros, não gosto de dirigir em lugares que não conheço e em cidades mal sinalizadas.

Devemos colocar o pedestre em primeiro lugar. As pessoas costumam atravessar a rua com displicência, o motorista deve estar atento ao pedestre e às motos, o carro tem estrutura e cinto de segurança que o protege, a moto só o capacete.
Chama atenção a pessoa que conduz a moto ao ultrapassar veículos em alta velocidade pela falta de segurança, o risco é grande para o condutor da moto e para o pedestre, principalmente quando o tráfego está parado. Seriam importantes congressos para quem usa moto como veículo, reduziria o número de acidentes.
Dirijo na cidade mantendo distância de vinte metros do veículo que está à frente, com exceção do trânsito congestionado. Ao perceber alguém no volante cometendo imprudência, facilito a ultrapassagem, faço com satisfação. Quando o pedestre desce do passeio diminuo a velocidade, me entristece quando o veículo que vem atrás ultrapassa, sujeito a causar um acidente.
Respeito o código de trânsito, setenta quilômetros quando o horizonte está livre. Se tem carro estacionado dos dois lados da rua diminuo para quarenta. Ao ultrapassar um ônibus parado tenho o cuidado de observar se não tem alguém na frente do mesmo querendo atravessar. Guardo na memória, eu tinha dez anos quando presenciei uma adolescente sendo atropelada.
Dirijo nas rodovias com distância mínima de cinqüenta metros e só ultrapasso um carro com o horizonte livre. É inaceitável o comportamento de motoristas com carro grande fazendo ultrapassagem em curva ou lombada, frequentemente a imprensa mostra acidentes que poderiam ser evitados. Não vale a pena adiantar uma viagem em trinta minutos se a vida não são trinta minutos.
Nos países do primeiro mundo a educação no trânsito é outra, nos Estados Unidos me hospedei em hotel com estacionamento para duzentos veículos, fazia caminhada e não me preocupava com o movimento de carros. No edifício onde resido, para circular na garagem é preciso cuidado, como também para entrar e sair com o carro. Muita coisa acontece por falta de informação, por isso continuo defendendo a Hora da Educação em cadeia nacional, no horário nobre de televisão abordando temas como o trânsito.









