Trabalharmos todos voltados para barrar a corrupção e o desperdício do dinheiro público, deve ser prioridade. Na prefeitura de Ipiaú, de 2001 a 2008, implantamos um sistema; administramos com total transparência, fizemos obras, a cidade era limpa, crescemos a educação e a saúde. Pensando no futuro do município, deixamos projetos e obras importantes em andamento.
Independente do orçamento anual, quando se aproximava o final de mês em curso, fazíamos o orçamento para o mês seguinte com a previsão da receita do mês, despesas fixas, folha de pessoal, pagamento a fornecedor, precatório, contrapartida de obras contratadas, repasse para saúde e educação, décimo terceiro salário, previsões de compras diversas, combustível, manutenção e pagamentos dos acordos feitos com credores dos governos que nos antecederam. Quando sobrava algum dinheiro, destinávamos à manutenção das ruas.
Com todas essas informações, fechávamos a planilha administrativa financeira. O total de recurso era bloqueado para atender essas prioridades à proporção que entravam o FPM e o ICMS. A receita interna do município era arrecadada em banco. Fazíamos planilha administrativa financeira também das Secretarias de Educação e Saúde atendendo a Lei de Responsabilidade Fiscal.
No primeiro trimestre da nossa gestão, em 2001, pagamos duas folhas de pessoal, atrasadas, destinamos 10% do orçamento mensal para pagamento de seis milhões de reais, acordos que fizemos com credores. Foi possível corrigir salários que o governo que nos antecedeu deixou de fazer.
O débito com a Previdência Social era de dez milhões de reais, foi feito acordo para vinte anos. Destinávamos 15% da receita mensal do FPM para recolher os encargos do mês e pagamento do acordo, 3,5% para precatório, acordo feito na Justiça do Trabalho.
Tomamos financiamento de um milhão e meio de reais para compra de uma patrulha mecânica e dois ônibus para atender o transporte dos universitários e só ficaram seis prestações da patrulha mecânica para 2009.
Bloqueávamos também cinqüenta mil reais mensais para a Secretaria de Ação Social, que somados ao que recebíamos do governo federal totalizava aproximadamente R$ 80.000,00, para atender às famílias necessitadas com cesta básica.