Gosto de restaurante e de seu pessoal, cumprimento todos ao entrar, converso com o maitre sobre qualidade no atendimento e treinamento dos garçons. Os restaurantes mais bonitos do mundo são o Fazano,
A melhor cozinha ainda é a francesa,
Admiro o profissional de restaurante pela dedicação e carga horária que enfrenta. Nem sempre a equipe de atendimento é bem treinada, maitre e garçom muitas vezes ficam dispersos no salão, o cliente esperando e quando vêm tirar o pedido não se preocupam se o mesmo conhece o prato que escolheu e o tipo de acompanhamento.
O garçom para servir ou retirar o prato não pode deixar de pedir licença, ao servir a água não deve encher o copo. O vinho, a etiqueta manda que coloque menos de meia taça, às vezes a pessoa não quer beber mais, o garçom sem pedir licença, serve. Não é culpa do profissional, é o empresário que não proporciona treinamento.
Gosto também de salão de beleza, tenho apreço à equipe que faz o Via Paris - Espaço de Beleza no Salvador Shopping e do BarberBeauty, no Iguatemi. Admiro o relacionamento entre o cliente e o profissional, o carinho das mulheres com seu cabeleireiro; há clientes que dizem com satisfação que há duas décadas cortam o cabelo com o mesmo cabeleireiro. Gosto de conversar com esses profissionais, verdadeiros arquitetos da beleza, como também com seus auxiliares e manicures.
Há cabeleireiro que se acha auto-suficiente, dono do cabelo do cliente, quando deveria conversar mostrando qual o corte que fica melhor. Nos últimos quinze anos frequentei cinco salões. Nesse período cortei o cabelo com oito cabeleireiros, faço elogios a muitos pela competência e dedicação, em especial a Marivaldo Santos, do Via Paris - Espaço de Beleza, foi quem deixou meu cabelo com corte mais adequado.
O bom cabeleireiro tem que saber o tipo de cabelo que o cliente gosta, independente de moda. O bom maitre deve estimular o cliente a ler o cardápio e ajudá-lo. Os clientes de salão e restaurante são sensíveis à atenção que recebem e ficam fiéis à casa e aos profissionais.









