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José Mendonça

Realidade

O governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva cresceu com a ministra Dilma Rousseff na Casa Civil. O presidente passou a elogiá-la na coordenação do governo e com o projeto do PAC –Programa de Aceleração do Crescimento, assim surgiu a pré – candidatura Dilma Rousseff. A oposição, ao perceber a confiança do presidente e o crescimento do nome da ministra, antecipou a campanha. É triste e sem cabimento parlamentares usarem a tribuna do Congresso Nacional para julgarem pré-candidato de outro partido.

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Bolsa Família

O Poder Legislativo é a base da democracia. Tenho ouvido parlamentar dizer que o Bolsa Família é um programa eleitoral. O parlamentar na Tribuna do Legislativo deveria falar de projetos, orçamentos, recursos mal aplicados, leis e sistema que dificulte a corrupção. Assim, estaria representando melhor a sociedade trabalhadora, empresarial e os necessitados. No Congresso Nacional passaram parlamentares que deram exemplo, tenho coletânea de CD’s de pronunciamentos, ao ouvir percebo a seriedade nas palavras.

No palanque, na entrevista, a responsabilidade do parlamentar é pessoal, na Tribuna do Legislativo tem também o peso da responsabilidade da Casa, o parlamentar não deve fazer discurso de palanque, falar sem fundamentar.

O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva depois da eleição de 1998 voltou às regiões mais pobres e disse, “Vou ser presidente dos pobres”. Em 2003, encontrou o país com trinta por cento da população passando fome. No município de Ipiaú, diante da crise da lavoura cacaueira, eram cinqüenta por cento.

Mesmo com toda a complexidade da administração pública, o presidente não se esqueceu do compromisso e foi ao encontro da classe empresarial para gerar desenvolvimento e mercado de trabalho, tornou-se caixeiro viajante pelo mundo para crescer as exportações e criou o programa Bolsa Família para que as pessoas necessitadas pudessem se alimentar três vezes ao dia.

Para falar do Bolsa Família  é necessário conhecer o programa e o critério para cadastramento. É força de expressão ou politicagem dizer que a pessoa não quer trabalhar porque recebe Bolsa Família. É preciso saber o que é um pai, uma mãe olharem para os filhos com fome e não terem nada para alimentá-los. Numa viagem há trinta anos com meu tio Antonio, Itapetinga-BA, zona rural, o carro deu uma pane, era noite, saímos andando, encontramos uma casa de uma velhinha que nos recebeu para pernoitar, perguntou se estávamos com fome, respondemos, “sim, andamos muito”. Ofereceu-nos carne seca com farinha, nunca esqueci.

Quando prefeito, administrei o Bolsa Família com honestidade. É o que vemos no presidente Lula, no Ministro Patrus Ananias e no governador da Bahia, Jaques Wagner.
 

Participação no lucro

A participação do trabalhador no lucro da empresa está na Constituição de 1945 e de 1988, não foi regulamentada. Assisti a uma entrevista com o Presidente do Sindicato dos Bancários e a Presidente da Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo, sobre participação do trabalhador em cinco por cento do lucro líquido. Não é coerente porque é contabilizada despesa financeira de recursos tomados para investimentos e o funcionário não é acionista, a empresa sendo de capital aberto, é possível.

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O Estadista Global

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o prêmio de Estadista Global, concedido pelo Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, motivo de satisfação para o brasileiro. O governo do presidente desde 2003 com independência tem relacionamento com os países da América Latina, Estados Unidos, Canadá, México, Oriente Médio, Ásia, até com os governos da Venezuela e do Irã e com a oposição no Congresso Nacional.

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