O trabalhador e a classe empresarial têm um amigo, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sabe ouvir e usar o bom senso, foi por esse caminho que levou o Brasil para o desenvolvimento e uma condição de vida melhor. Nasceu no Nordeste, foi para São Paulo ainda criança, passou dificuldades, trabalhou, tornou-se torneiro mecânico, presidente do sindicato dos metalúrgicos, é uma pessoa especial.
Uma parcela grande de empresários não se interessou pela participação do trabalhador na administração e no lucro das empresas, está na Constituição de 1945 e 1988, mas não foi regulamentado, um erro grande. Se tivesse acontecido, a sonegação seria menos expressiva e a carga tributária não teria crescido tanto.
Para que a carga tributária não tivesse dobrado, (não foi no atual governo) era preciso não só diminuir a sonegação, como também a corrupção. Se uma loja não paga todos os impostos e a vizinha paga, não tem condição de competir no mercado. É preciso encontrar a forma para que todos paguem os impostos.No Congresso Nacional há muitos parlamentares competentes, venho sugerindo uma comissão específica composta por deputados e senadores para criar sistema (incluindo na Lei de Responsabilidade Fiscal) que dificulte a corrupção, receba denúncias, contas rejeitadas pelos tribunais, podendo fazer uma parceria com a Polícia Federal e o Ministério Público. A falta de recursos nos municípios, nos Estados e no País vem da corrupção e o presidente não se descuidou, aí está o trabalho da CGU-Controladoria Geral da União, da Polícia Federal e do Ministério Público. É preciso independência para os Tribunais de Contas, recursos para notificação e rejeição de contas só no próprio Tribunal e no Judiciário.
Estou vendo mais do que nunca as dificuldades para frear a corrupção presidindo a Câmara de vereadores de Ipiaú, não é racional o Tribunal rejeitar contas e vereadores aprovarem. Não têm a mínima condição técnica e são conduzidos por interesses outros, principalmente quando há corrupção no governo do município.
De 2001 a 2004 quando prefeito, a maioria dos vereadores queria me afastar da Prefeitura, se acovardaram porque fui ao encontro do povo dizendo que não queriam a moralidade administrativa, fui reeleito. Na atual Câmara eu tinha maioria, fui eleito presidente, tentaram me afastar da presidência para atender ao governo do município, com exceção de dois vereadores, Nena Passos e Jaldo Coutinho Brandão.O Presidente Lula com sua sinceridade conquistou a confiança do povo. Os adversários estão surpreendidos porque nos discursos políticos prometem realizar o que não está ao alcance, sem planejamento, projeto, orçamento e cronograma financeiro e o povo não está aceitando.
Quando prefeito do município de Ipiaú, implantei a moralidade administrativa com transparência e corrupção zero, quando empresário em Feira de Santana os funcionários gostavam de me ouvir, participavam da administração e do lucro, trabalhavam com satisfação no atendimento ao cliente e na produtividade.
Uma parcela do povo gostava de participar de campanha política porque tinha trio elétrico e bandas, não dava atenção aos pronunciamentos dos candidatos. No dia da eleição o voto era por simpatia, pedido de amigos, influência de cabos eleitorais que recebiam salários que vinham de recursos, muitas vezes da corrupção, isso acontece ainda no voto para parlamentares. Muitos políticos quando ocupam cargos dão mais atenção a interesses pessoais, eleições que infelizmente temos a cada dois anos e esquecem educação,saúde, infra-estrutura e desenvolvimento.
As críticas infundadas ao governo do Presidente Lula e ao governo Jaques Wagner estão deixando para trás os adversários nessa campanha. O Presidente Lula levou o povo brasileiro a se preocupar com eleições. A mesma linha tem o governador da Bahia, Dr. Jaques Wagner.






