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DOIS EVENTOS – ABRACE E ABI

Congresso Nacional da Imprensa Esportiva, chamou atenção o dinamismo do presidente da Associação de Cronistas Esportivos da Bahia, jornalista Márcio Martins, trabalhou para que o 38º Congresso fosse em Salvador, tem o dom da palavra, o evento foi bem conduzido. Quatro dias, temas interessantes com cumprimento de agenda. Estive presente na abertura, no debate com técnicos de futebol e no sábado no Estádio de Pituaçu vendo o jogo de congraçamento.

Foi bonita a solenidade dos homenageados, presidentes de clubes, cronistas esportivos. José Ataíde prendeu a atenção de todos, sensibilizado, usou da palavra, fez comentários dos grandes jogos que aconteceram nas últimas décadas, tinha na memória a escala dos times e seleções. Comentou que na seleção da Hungria, vice-campeã, quem corria em campo não eram os jogadores e sim, a bola.

Evento da ABI – Associação Baiana de Imprensa, homenageados: João Falcão, João Carlos Teixeira Gomes, Florisvaldo Mattos, Luís Henrique Tavares e Flávia Garcia Rosa. Gostei de ouvir a palavra dos mesmos. Usei da palavra para dizer que meu pai falava: “Dr. João Falcão vai ser governador, tem visão empresarial e social”.

Depois da solenidade foi realizado debate focando também a liberdade de expressão, dirigido pelo presidente da ABI, Dr. Walter Pinheiro. Aberto espaço, fiz três perguntas: “a imprensa é forte representante do povo?”, “Deveria ter estrutura maior para ir fundo nas denúncias?”, “Ter acesso a toda a documentação ligada à administração pública?”.

   

O QUE MAIS PEÇO A DEUS NO MOMENTO, A SAÚDE DO PRESIDENTE LULA

Março de 2012,  fiz check-up no Hospital Sírio Libanês, São Paulo. Há duas décadas  digo: “quando o SUS oferecer condição para a família do trabalhador fazer exame preventivo, o governo vai gastar menos com a saúde dando qualidade.

Estive com o médico Dr. Roberto Kallil, perguntei pela saúde do Presidente Lula,  satisfeito com o que ouvi, disse: “o mundo e o Brasil precisam do Presidente Lula”. Em dois mil e doze completam dezessete anos de bons governos: Professor Fernando Henrique, bons projetos, Presidente Lula fez ajustes necessários e mais projetos, Dra. Dilma está dando continuidade e fazendo mais projetos, na Bahia Jaques Wagner também faz um bom governo. O Brasil vai alcançar o patamar que todos almejam.

A crise econômica que atinge os países do primeiro mundo desde 2008, o Brasil como nunca está capacitado para enfrentar. O Presidente Lula em 1999, visitando os bolsões de pobreza, onde as famílias se alimentavam uma vez e muitas nem uma vez, disse: “vou ser presidente dos pobres”.

   

NINGUÉM É DONO DE NINGUÉM

Felicidade completa não existe, no casal nenhum é dono do outro. É preciso  saber o que o outro pensa, no  problema,  divergência, vontade, viagem, relacionamento com amigos,  liberdade de expressão, não adianta impor. O amor é o que existe de mais forte, precisa estar sempre alimentado.

A independência da pessoa passa a ser dividida quando da vida a dois. A criança e o adolescente devem ouvir os pais; o jovem, os pais e amigos, nada melhor  que expor o que pensa,  caminho para consolidar as idéias. A democracia seria completa se nos parlamentos, no discurso, não houvesse a estratégia do interesse pessoal.

A mulher e o homem não podem dizer “não faço, não vou, não assino” antes do diálogo, da discussão, ver a  verdade com a razão. Meu pai divergia de minha mãe, porém não admitia que os filhos fizessem o mesmo. No passado só se falava em guerra, era o princípio básico da conquista, hoje existe a ONU trabalhando para evitar o erro, a falta de entendimento.

   

A GREVE NA POLÍCIA MILITAR

Meu pai me ensinou a admirar o Exército, dizia que era a escola da disciplina. Na década de 50, tinha dezoito anos, não passava pelo ponto de ônibus sem oferecer lugar no carro para a pessoa que estava com uniforme de militar.

Eu tinha vinte anos de idade, um caminhoneiro desviou uma carga de arame farpado da empresa. Meu tio Manoel disse: “José, você não vai agir?” Tracei um plano para localizar. No município de Milagres descobri que o caminhoneiro tinha passado em direção ao sul do País. Tomei um avião para o Rio de Janeiro, meu tio Euclides, político, disse: “cuidado com essa diligência José, você não tem experiência”.

Segui para São Paulo quando fui informado pela Polícia Civil que o caminhão era do Rio Grande do Sul. O proprietário foi localizado em Bento Gonçalves, tinha vendido o caminhão para São Paulo. A Polícia Civil de Porto Alegre me deu uma atenção tão especial que tive vontade de me tornar agente policial.

Viajei com o caminhoneiro (italiano), ex-proprietário, para São Paulo. Com as informações dadas pelo mesmo, a Polícia Civil encontrou o caminhoneiro e o reconduziu para Salvador.  Presenciando a aflição do senhor José Carlos, falei: “confesse que vou conseguir que seja liberado para voltar ao seio de sua família”. Confessou ter vendido o arame em Recife, a empresa compradora reembolsou o valor.

   

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